quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

As duas primeiras aqui.

"Coragem, coragem! Se o que você quer é aquilo o que pensa e faz, coragem, coragem, eu sei que você pode mais."

Andar de ônibus nos faz refletir muito sobre a vida (risos). Parei para analisar, com o auxilio do livro "Brasileiro, sim senhor!" (recomendo), se o brasileiro era um povo realmente preguiçoso.
   Eram 17h e o ônibus estava lotado. A maioria das pessoas voltavam para suas casas para receber a cruel notícia de que seu salário foi aumentado em merrecas, enquanto os do deputados, vistosamente. Mesmo assim, aqueles cidadãos no ônibus continuam a lutar pelo seu suado salário mas, infelizmente, seus sonhos não continuam mais como antes, afinal, a realidade os mata pouco a pouco. Não estou falando vagamente, consigo até sentir isso um pouco, e olha que tenho apenas 16 anos! Mas o que posso eu esperar? Refletindo sobre isso, escrevi esse pequeno e ingênuo poema, que quem se vê nele, sabe que de ingênuo não tem nada. E o brasileiro?... "Preguiçoso, não senhor!"


Na aurora

O fardo começa com o dia
Na aurora o cansaço já é evidente,
Não é como um fôlego de nascimento,
Mais um dia comum dessa gente.

Os sonhos já foram esquecidos,
Os mais comuns ainda permanecem.
Clássicos da aspiração brasileira,
Cada vez mais longe do que parecem.

Eles tentam ser felizes
E tentam insistentemente.
Em meios desse conturbado dia
Mais um dia comum da nossa gente.

  



Também fiz esse esses dias e achei interessante. Já que me pedem tanto, leiam-o.





Cortina de fingimento

Como você finge não me ver,
Eu finjo te ignorar.
O tempo que passas fingindo não me querer
Estás pensando para mim voltar.

E se essa cortina cair,
Seus olhos espantados verei.
Para te ridicularizar irei mentir.
Meu amor lhe negarei.

Espantada por me ver de perto
Não sei se de felicidade,
Não sei se por medo
Viva com a realidade,
Acabe com esse fingimento.

Ou vamos fingir ser.
Já estou a me acostumar.
Como você finge não me ver,
Eu finjo te ignorar.

   Obrigado :D

Fique com Deus

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